Mostrando postagens com marcador azerbaijão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador azerbaijão. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 7 de maio de 2026

Internacional:Diaspora do Azerbaijão faz grande evento no Brasil

Jornalista abiana Ceyhan e esposo Rafael Justus

A diáspora do Azerbaijão realizou um grande evento cultural e gastronômico em Brasília no dia 24 de abril de 2026, reunindo diplomatas, autoridades e convidados em uma celebração da cultura azerbaijana.O encontro destacou pratos típicos preparados pelo chef Halil Ceyhan, além de apresentações musicais do dueto “Rizvan and Roya”, artistas radicados em Nova York que misturam música tradicional e contemporânea do Azerbaijão.

Segundo as reportagens, a iniciativa teve apoio do Comitê da Diáspora do governo azerbaijano e foi organizada pela jornalista Fabiana Ceyhan, com foco em fortalecer os laços culturais entre Brasil e Azerbaijão por meio da chamada “diplomacia cultural”. 


O evento também contou com representantes da embaixada do Azerbaijão no Brasil e integrou uma série de ações culturais promovidas recentemente em Brasília envolvendo comunidades estrangeiras e missões diplomáticas​




domingo, 16 de novembro de 2025

Internacional: Amigos do Azerbaijão celebram o Dia da Vitoria em Brasília

 No dia 15 de novembro, a jornalista Fabiana Ceyhan, com o apoio do Comitê da Diáspora do Azerbaijão, organizou em Brasília um evento para celebrar o Dia da Vitória. 

O presidente do Comitê de Trabalho com a Diáspora e ex-presidente do Parlamento, Fuad Muradov, foi representado por Salhat Abassova, chefe do departamento para Américas, Grã-Bretanha e Israel do Comitê, que viajou ao Brasil exclusivamente para a celebração.

Ceyhan destacou a importância da ocasião, lembrando que foi a primeira jornalista latino-americana a pisar no território libertado de Karabakh. Ela recordou: “Foi durante o período da Covid. Cheguei ao Azerbaijão em um voo vazio, mal vi a bela Baku e fui direto para Karabakh. Naquele momento não havia estradas pavimentadas, apenas caminhos de terra, e as minas terrestres ainda estavam sendo desarmadas. Como jornalista, corri riscos, mas sabia que estava testemunhando a história e tinha certeza de estar do lado certo dela, já que aquele território semp


re foi reconhecido pelo Conselho de Segurança da ONU como parte do Azerbaijão.”

Em seu discurso, Salhat Abassova ressaltou o trabalho global da Diáspora e o apoio constante aos cidadãos azerbaijanos no exterior, sublinhando a relevância do Dia da Vitória: “Como muitos de vocês sabem, o Azerbaijão passou por um período muito difícil em sua história recente. Por mais de 30 anos, cerca de 20% de nossos territórios reconhecidos internacionalmente estiveram sob ocupação, e mais de um milhão de azerbaijanos tornaram-se refugiados e deslocados internos. Temos orgulho de que o Azerbaijão tenha amigos ao redor do mundo que defendem a verdade, a justiça e a paz. A Sra. Fabiana Ceyhan é uma dessas amigas, e valorizamos profundamente sua voz e seu apoio.”

Representando a Embaixada, o Cônsul Rafig Rustamov falou em nome do embaixador Rashad Nowruz, enfatizando a importância do Dia da Vitória e o caráter inédito de uma celebração desse porte no Brasil, ao lado da participação de Abassova.

O cientista político João Zimmer Xavier, ex-pesquisador visitante da ADA University em Baku, explicou o contexto histórico da data: “No dia 8 de novembro de 2020, o Azerbaijão retomou a histórica cidade de Shusha, símbolo cultural e espiritual da nação. Esse feito encerrou décadas de conflito e abriu caminho para um futuro de estabilidade e prosperidade. Que este espírito de vitória e reconstrução inspire nossas relações bilaterais e nos conduza a um futuro de amizade, comércio justo e desenvolvimento compartilhado.”

O Dia da Vitória é comemorado anualmente em 8 de novembro desde 2020, marcando o fim da guerra de 44 dias, quando o Azerbaijão retomou Shusha, considerada o berço cultural da nação, localizada em Karabakh. O presidente Ilham Aliyev declarou a data como Dia da Vitória para assinalar a tomada da cidade estratégica, que levou a um acordo de paz mediado pela Rússia dois dias depois. Ele afirmou: “Restauramos nossa dignidade. Vamos viver para sempre como uma nação vitoriosa.”



quarta-feira, 28 de maio de 2025

Internacional: Embaixada do Azerbaijão comemora o Dia Nacional

 A Embaixada do Azerbaijão em Brasília realizou uma recepção no dia 27 de maio para celebrar o Dia da Independência do país.

O evento contou com a presença de chefes e representantes de missões diplomáticas no Brasil, do Vice-Ministro Laudemar Aguiar, do Ministério das Relações Exteriores, de alguns vice-ministros de outros ministérios federais, de altos funcionários do governo, bem como de membros do Congresso Nacional, figuras públicas e políticas brasileiras, acadêmicos, estudantes e representantes da imprensa.

Em seu discurso, o Embaixador Rashad Novruz falou sobre o caminho percorrido rumo à independência e sobre o significado deste dia comemorativo. Ele destacou que uma justiça histórica prevaleceu e que, após muitos anos de ideologias, rivalidades geopolíticas regionais e intrigas, o Azerbaijão efetivamente reconquistou sua independência com o colapso da União Soviética.

O embaixador afirmou que o Azerbaijão alcançou grandes progressos nas esferas política, econômica e social desde a restauração da independência, desenvolvendo-se ainda mais graças à política sábia e ao pensamento estratégico do Presidente Ilham Aliyev. Segundo ele, o país tornou-se uma nação líder na região, com participação ativa nos assuntos regionais e internacionais, especialmente em seus esforços para promover a paz, a estabilidade e a cooperação.

Ele também informou aos presentes que a base da estabilidade do país é fruto do trabalho do Grande Líder Heydar Aliyev, que restaurou a ordem durante os numerosos desafios de segurança enfrentados no início dos anos 1990.

Durante o evento, foram exibidos vídeos sobre a história da independência do Azerbaijão e as medidas subsequentes tomadas no país para proteger e fortalecer ainda mais sua soberania.

Um país em ascensão, com uma cultura rica e uma economia estável, o Azerbaijão tem atraído a atenção do mundo. Suas condições naturais e geográficas favoráveis levaram muitas pessoas a se estabelecerem em seu território. Localizada entre a Europa e a Ásia, a República possui uma posição geopolítica e geográfica única, o que duplicou sua importância estratégica para as relações econômicas e culturais.

Especial destaque foi dado à região de Karabakh, que foi libertada após mais de 30 anos de ocupação devastadora e que agora floresce com investimentos de bilhões de dólares e o tão aguardado retorno dos refugiados às suas terras. A riqueza logística e mineral dessa região oferece oportunidades não apenas ao Azerbaijão, mas também a países vizinhos como Irã, Rússia, Geórgia, Turquia e até mesmo a Armênia, que ocupou aquele território por muitos anos.

O país é caracterizado por uma paisagem diversa, composta principalmente por planícies e montanhas. O clima no Azerbaijão é fortemente influenciado pela sua localização geográfica, relevo e proximidade com o mar. O país abriga 8 das 11 zonas climáticas do mundo e possui uma flora extremamente rica. Praticamente todos os tipos de plantas encontrados no mundo estão distribuídos pelo território dessa nação relativamente pequena, situada no cruzamento de várias zonas zoogeográficas com fauna específica.

O Azerbaijão é rico em três tipos de recursos minerais: metálicos, não metálicos e combustíveis. É mundialmente conhecido por suas reservas de petróleo e gás — dois terços do território da República são ricos nesses recursos. O Mar Cáspio, o maior mar fechado do mundo, tem grande importância para o povo azeri. Vale destacar que a flora e fauna do Mar Cáspio são ricas em espécies endêmicas.

O país possui cinco propriedades inscritas na Lista do Patrimônio Mundial da UNESCO. Recentemente, importantes jornalistas visitaram o Azerbaijão e revelaram os mistérios desse país ainda pouco conhecido. Grandes conglomerados de mídia brasileiros divulgaram fatos interessantes sobre as tradições, a cultura e os sabores da região.

Jornalistas , Valdemar Borges(Voz do Cidadão) Fabiana Ceyham,(assessoria)Malu Silva, Jornal Taguatinga)Barbara Costa e Christian Roberto Jornalistas

quinta-feira, 18 de novembro de 2021

Internacional: O Embaixador do Azerbaijão comemora o Dia da Vitória

Nosso Editor, Valdemar Bores  e Embaixador 
No dia 17 de Novembro, o Embaixador do Azerbaijão no Brasil,  Elkhan Polukhov, reuniu jornalistas da Abrajinter para uma reunião na Embaixada em Brasília.

Na ocasião,  Polukhov discursou e comemorou também o " Dia da Vitória " que celebra o fim da guerra de 30 anos  na região de Nagorno  Karabakh.

O senador Antonio Anastasia (PSD-MG) voltou há dez dias de uma visita ao país e  relatou a viagem ao Azerbaijão na qual se discutiu a possibilidade de o Brasil participar de ações de recuperação e de reconstrução, por meio de cooperação nas áreas agrícola, científica e educacional, do território de Nagorno-Karabakh, recém-incorporado ao país da Ásia Central, depois de anos de conflito com a Armênia.

Então, eu quero fazer essa referência, por se tratar de uma nação amiga, que pretende ter a cooperação e o apoio do Brasil nessas áreas e que também são as oportunidades para a consolidação do processo de paz e [...] que permite, de fato, que o Brasil tenha uma posição geopolítica mais presente naquela região e que, de fato, permita às nossas empresas e à cooperação das nossas universidades uma alternativa interessante disse o Senador.

Leia abaixo o comunicado do Ministério de Relações Exteriores do Azerbaijão sobre o dia da Vitória:

presidente fabiana Ceyhan e Vice Ueliton  entre amigos

EMBAIXADA DA REPÚBLICA DO AZERBAIJÃO NA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL

Declaração do Ministério das Relações Exteriores da República do Azerbaijão por ocasião

de 8 de novembro - Dia da Vitória da República do Azerbaijão

Em 8 de novembro de 2021, a República do Azerbaijão comemora o Dia da Vitória, que se tornou uma celebração da força de nosso povo e de nosso orgulho nacional, e é de excepcional importância para a honra e o desenvolvimento futuro de nosso estado.

Como resultado da Guerra Patriótica de 44 dias, que começou em 27 de setembro de 2020 em resposta a provocação e a uma nova agressão militar da Armênia, o Azerbaijão libertou suas terras da ocupação de acordo com as Resoluções do Conselho de Segurança da ONU relacionadas. conforme inúmeras decisões e resoluções de outras organizações internacionais, a integridade

territorial do Azerbaijão dentro de suas fronteiras internacionalmente reconhecidas foi garantida, e o direito de cerca de um milhão de deslocados internos azerbaijaneses de viver em suas casas de origem foi restaurado.

Como resultado das operações militares de 44 dias, sob a liderança do vitorioso comandante-em-chefe, Presidente Ilham Aliyev, o heróico Exército do Azerbaijão libertou mais de 300 assentamentos, incluindo as cidades de Jabrayil, Fuzuli, Zangilan, Gubadli, bem como a cidade de Shusha, que tem um lugar especial na história e na cultura do povo azerbaijanes. Uma Declaração Trilateral assinada pelos líderes do Azerbaijão, Rússia e Armênia em 10 de novembro de 2020 pôs fim às operações militares, e a Armênia, reconhecendo sua derrota, retirou suas forças armadas das regiões de Kalbajar, Aghdam e Lachin. Assim, o conflito foi resolvido por meios político-militares.

Após a guerra, o Azerbaijão enfrenta a importante tarefa de reconstrução e restauração, bem como da retiradas de minas terrestres dos territórios libertados. No centro deste trabalho está o direito de garantir o retorno seguro e digno dos deslocados internos do Azerbaijão para suas casas, cujos direitos  fundamentais foram violados por décadas. Nesse processo, que exige tempo, dinheiro e esforços sérios, o Azerbaijão não está só, países amigos e parceiros estão participando da revitalização dos territórios libertados.

Nos próximos anos, testemunharemos o retorno dos primeiros deslocados internos às suas casas.

O Azerbaijão tomou as medidas adequadas para investigar ações ilegais, violações do direito  internacional, crimes de guerra, urbicídio, culturicídio e ecocídio cometidos pela Armênia no âmbito de sua política de agressão de quase 30 anos, bem como para levar à justiça os responsáveis por essas violações, e essas etapas continuarão daqui pra frente. Punir os perpetradores e garantir justiça são importantes para prevenir a recorrência de tais casos no futuro.

Garantir paz, o desenvolvimento e progresso ao longo prazo é a base da visão do Azerbaijão para o futuro. Após a eliminação do fator de ocupação de seus territórios, o Azerbaijão está pronto para normalizar as relações com a Armênia com base no estrito cumprimento dos princípios do direito internacional, em particular, os princípios da soberania, integridade territorial e inviolabilidade

das fronteiras internacionais. A fim de garantir a paz e a segurança futuras na região, é importante nesta fase implementar plenamente as declarações trilaterais, e o Azerbaijão espera que a Armênia retribua as medidas tomadas pelo Azerbaijão nessa direção.

Com o fim do conflito, novas realidades surgiram na região do Sul do Cáucaso e todos devem aceitar essas realidades. A Armênia deve escolher entre a cooperação regional ou ilegal, bem como reivindicações territoriais infundadas contra seus vizinhos. A comunidade internacional deve desempenhar um papel positivo a este respeito e afirmar a Armênia a se dar conta que não há alternativa para a paz. As tentativas de apoiar direta ou indiretamente o revanchismo e seu armamento na Armênia devem ser interrompidas.

8 de novembro - o Dia da Vitória é uma celebração do direito internacional e da justiça, transformando-se em uma página gloriosa na história do Povo do Azerbaijão. Neste dia importante, lembramos com profundo respeito e estima a memória de todos os nossos Mártires que deram suas vidas pela independência, soberania e integridade territorial do Azerbaijão.

Assessoria

quarta-feira, 17 de novembro de 2021

Sultanato de Omã comemora 51 anos de seu renascimento

Em 18 de novembro, o Sultanato de Omã celebra o 51º Dia Nacional do seu Renascimento. Imbuídos de vontade, determinação e firmeza para preservar os ganhos e as conquistas do renovado Renascimento, os 3,7 milhões de cidadãos omanis mantêm firmeza e lealdade ao seu líder, Sua Majestade o Sultão Haitham Bin Tarik. Desde que assumiu o cargo, em 11 de janeiro de 2020, o sultão busca elevar a imagem de Omã no cenário internacional e possibilitar uma vida melhor para a população.

Nesse sentido, o Sultão Bin Tarik  apela aos compatriotas para que participem ativamente deste processo e forneçam "tudo o que contribuir para enriquecer os esforços de desenvolvimento, progresso e prosperidade", atendendo a um dos princípios do Renascimento Renovado de Omã, a fim de alcançar o “grande objetivo nacional”. Para o sultão, Omã continua a ser "a meta suprema em tudo o que fizermos e em tudo o que buscarmos alcançar”. O país do Golfo Pérsico avançou neste objetivo e modernizou legislações, mecanismos e programas de trabalho em vários serores.

No início deste ano, Omã testemunhou a edição da Lei Básica do Estado — elaborada por meio do Decreto Real nº 6/2021 — como pedra angular para a formulação de um futuro melhor para Omã e os omanis, e base sólida para o seu Renascimento Renovado.

A Lei Básica inclui 98 artigos que apoiam as instituições do Estado; preservam a nação, a terra e a união do tecido social; protegem seus componentes civilizacionais; e promovem os direitos, os deveres e as liberdades públicas. Também criam um mecanismo estável para a transmissão do Poder Executivo, o que surtirá impacto positivo em uma série de âmbitos, como o político e econômico. Tal legislação coloca ênfase nos princípios do Estado de Direito e na independência do Judiciário como fundamentos para a governança do país. A mesma lei determina a obrigatoriedade do ensino “até o fim da educação básica”; e defende o enraizamento do método científico no pensamento, o desenvolvimento de talentos e o incentivo à inovação — tudo em concordância com a visão Oman 2040.

Os artigos 5º a 11º da Lei Básica do Estado regulamentam o mecanismo de sucessão do Poder Executivo no Sultanato de Omã de forma mais clara e suave. De acordo com o artigo 5º, “o sistema de governo é uma monarquia absoluta comandada pelo Sultão", e hereditário na descendência masculina do Sultão Turki Bin Said Bin Sultan, de acordo com as disposições a seguir:

- A posse do Poder Executivo é transferida do sultão para o filho mais velho; depois, para o filho mais velho desse filho; e assim por diante, geração após geração. No caso de falecimento do filho mais velho, antes de tomar a posse, o poder passará para o filho mais velho do falecido (neto do sultão), apesar da existência de irmãos do falecido. Se o príncipe herdeiro falecido não tiver deixado filhos, o poder será delegado ao sobrinho mais velho, filho do irmão mais velho do falecido. Caso o irmão mais velho do falecido não tenha herdeiros, então, o poder será  delegado ao sobrinho mais velho, filho do segundo irmão mais velho do falecido, de acordo com a antecedência de idade dos irmãos.

- Sob a hipótese de o príncipe herdeiro falecido não ter filhos ou sobrinhos, o poder passará para os tios e filhos, atendendo à ordem especificada no inciso II deste artigo.

- Para assumir o Poder Executivo no Sultanato de Omã, o cidadão deve se encaixar em alguns critérios: ser muçulmano, gozar de saúde mental e ser filho legítimo de pais muçulmanos omanis.

O artigo 6º regulamenta a criação do Conselho de Tutela “Regência”, em caso de a posse do Poder Executivo ser  transferida para uma pessoa menor de 21 anos, que exerça os poderes do Sultão. Tal Conselho deve ser nomeado pelo chefe de Estado e de governo por meio de seu testamento. Caso o líder não tenha designado o Conselho de Tutela antes de sua morte, o Conselho da Família Real Indicará um Conselho de Tutela — formado por um dos irmãos do sultão falecido e por dois de seus primos.

Por sua vez, o artigo 7º permite a nomeação de um príncipe herdeiro por Ordem Real do Sultão, de acordo com o texto do artigo 5º da Lei Básica do Estado. A Ordem Real define as competências e as tarefas atribuídas ao príncipe herdeiro, que deve fazer o juramento diante o Sultão antes de exercê-las.

As relações entre Brasil e Omã são sólidas e duradouras, baseadas no respeito mútuo e na cooperação em várias áreas, e com grandes perspectivas! Parabéns, Omã, pelos 51 anos de renascimento!