quarta-feira, 22 de abril de 2026

Estados e municípios poderão utilizar o Transferegov.br para realizar transferências de recursos públicos

  Ferramenta do governo federal permite acompanhamento de convênios, repasses e emendas parlamentares por qualquer cidadão. Utilização por entes federados trará mais transparência, controle e eficiência na gestão de recursos públicos.

O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) publicou, na ultima quinta-feira (16/3), a Portaria Seges/MGI nº 3.248, que define os procedimentos para adesão de estados, do Distrito Federal e de municípios à plataforma Transferegov.br para a gestão de suas próprias parcerias e transferências. Além de estabelecer as regras de adesão, o normativo apresenta um cronograma de implementação, com início em julho deste ano e expansão gradual para os entes federativos que manifestarem interesse na solução.
 

O Transferegov.br é uma ferramenta de transparência ativa do governo federal que operacionaliza e acompanha parcerias e transferências de recursos da União, como convênios, contratos de repasse e emendas parlamentares, destinados a órgãos e entidades da administração pública estadual, distrital e municipal, além de consórcios públicos e organizações da sociedade civil sem fins lucrativos.
 

Ao permitir que estados, Distrito Federal e municípios utilizem a infraestrutura da plataforma para gerir recursos próprios, o MGI busca padronizar e modernizar a gestão de transferências e parcerias em todo o país, garantindo à gestão desses entes a mesma transparência que o governo federal disponibiliza no Transferegov.
 

“O Transferegov.br é uma ferramenta consolidada no governo federal para garantir transparência, controle e eficiência na gestão mais de 40 tipos de transferências de recursos públicos. Ao ampliar seu uso para estados e municípios, atendemos também ao chamado do STF (Supremo Tribunal Federal) para apoiar os entes subnacionais, oferecendo uma solução estruturada que fortalecerá a governança das transferências em todo o país”, destaca a secretária-adjunta de Gestão e Inovação, Regina Lemos.
 

Adesão
 

A adesão será formalizada por meio de acordo com a Secretaria de Gestão e Inovação (Seges) do MGI, responsável pela coordenação do Sistema de Gestão de Parcerias da União (Sigpar). Para celebrar o acordo é necessário que o ente federado seja integrado à Rede de Parcerias, comprove a legitimidade do representante legal e a regularidade cadastral no CNPJ, além preencher um formulário de cadastramento dos sistemas externos que serão integrados ao Transferegov.br. A análise da documentação ficará a cargo da Seges/MGI, que emitirá manifestação conclusiva sobre a aceitação ou não da adesão.
 

A portaria estabelece responsabilidades tanto para MGI quanto para os entes federados. Ao MGI caberá, por exemplo, prover a solução tecnológica, coordenar a implementação, oferecer capacitação e garantir suporte técnico. Já os estados, o Distrito Federal e os municípios deverão, dentre outras atribuições, estruturar governança própria, designar responsáveis, promover treinamento de seus servidores e assegurar a segurança das informações inseridas no sistema.

O cronograma de implementação será escalonado entre julho de 2026 e março de 2028, iniciando com projetos-piloto em alguns estados e avançando gradualmente até alcançar todos os municípios brasileiros interessados na plataforma.
 

Pioneirismo do Rio Grande do Norte
 

Rio Grande do Norte foi o primeiro estado brasileiro a aderir ao uso do Transferegov.br como projeto-piloto, inaugurando uma nova etapa de padronização e transparência na gestão de parcerias públicas no Brasil. Além do estado potiguar, Acre, Bahia e Roraima já participam da expansão da plataforma.
 

Nesta primeira fase da parceria, os estados terão acesso ao módulo de Gestão de Parcerias do Transferegov.br, no qual podem ser operacionalizados, com transparência e de modo mais simplificado, os repasses de recursos em que a gestão estadual determina as condições para execução de determinada política e os municípios ou entidades não governamentais interessados avaliam a possibilidade de cumprimento e se candidatam para o recebimento dos repasses.

Construção civil mantém ritmo acelerado de obras e precisa de profissionais, em Goiás

 Assunto foi tratado entre Sinduscon-GO e Grupo Soares em encontro institucional para impulsionar a formação e atrair novos entrantes

Embora  o setor da construção civil tenha batido recorde na contratação no ano passado, com mais de 110 mil trabalhadores só em Goiás, conforme dados oficiais, a necessidade por mais gente nos canteiros continua.  Só em 2025, foram 11.028 unidades lançadas em Goiânia e Aparecida de Goiânia, segundo dados da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Goiás (Ademi-GO), cujas obras devem iniciar neste ano - isso sem contar as que já estão em andamento.

“Estamos com falta de mão de obra, pois o setor está muito aquecido”, destacou o presidente do Sindicato da da Indústria da Construção no Estado de Goiás (Sinduscon-GO), Hidebrair Henrique de Freitas, que recebeu o presidente do Grupo Soares, Marcelo Camorim, para tratar sobre o assunto.

Camorim apresentou e disponibilizou ao líder classista o Instituto Elon Soares (IES), braço social do Grupo para contribuir com a formação profissional e o empreendedorismo da população. Situado em Trindade, a sede possui estrutura para aulas teóricas e práticas, além de área para futura expansão. Entre os cursos oferecidos, todos gratuitos, estão os de pintor de paredes, revestidor de pisos, encanador/instalador hidráulico, aplicador de impermeabilização e instalador de telhados. 

“Nosso objetivo encontra-se com os desafios do setor e estamos aqui para contribuir com este legado deixado pelo nosso fundador”, comentou o presidente do Grupo Soares, fazendo menção do desejo de Elon Soares [in memorian] por fundar o instituto e contribuir com a formação de jovens que desejam atuar no setor da construção.

Também participaram do encontro, o diretor do Sinduscon Sarkis Nabi Curi, o presidente do Serviço Social da Indústria da Construção (Seconci Goiás), Bruno Alvarenga, e a diretora do Senai Vila Canaã, Aliana Calaça, que apresentaram o trabalho na mesma direção que vem sendo realizado.  “O setor vive um momento de dificuldade de qualificação e contratação, por isso as parcerias com Senai e outras instituições, como o Instituto Elon Soares são tão importantes”, reforçou Hidebrair Henrique de Freitas.

O próximo passo será a junção dos esforços para que mais pessoas conheçam os benefícios oferecidos pelo setor da construção para quem deseja construir carreira no segmento. “Hoje, um canteiro de obras é repleto de tecnologia, o trabalhador tem ganhos interessantes e ainda oportunidade de construir carreira. Dá para chegar como servente e se tornar engenheiro", convida o presidente do Sinduscon-GO.


segunda-feira, 6 de abril de 2026

GCCM Lança Seu Primeiro Livro, Abraçando o Brasil, em Evento Oficial em Brasília

 O Grupo de Cônjuges de Chefes de Missão (GCCM) em Brasília lançou oficialmente seu primeiro livro, Abraçando o Brasil, na terça-feira, 24 de março de 2026, no Foyer Villa-Lobos do Teatro Nacional

Reunindo as vozes de 53 diplomatas e membros da comunidade internacional, o livro oferece um mosaico literário único de reflexões pessoais, experiências e perspectivas de membros da comunidade diplomática e internacional que vivem no Brasil. Por meio dessas narrativas, Abraçando o Brasil celebra a cultura, a diversidade e as conexões significativas formadas além-fronteiras do país.

O evento de lançamento contou com a presença de convidados ilustres, incluindo representantes governamentais, membros do corpo diplomático, organizações internacionais e sociedade civil  e da primeira dama do DF

O programa contou com o lançamento oficial do livro, discursos de representantes importantes e uma apresentação musical do grupo Rejane – Rec Son, uma das iniciativas sociais apoiadas pelo GCCM. Uma recepção e um momento de networking em seguida

Além do seu valor cultural, o projeto reflete o compromisso do GCCM com o impacto social, com a renda obtida com a venda do livro apoiando iniciativas comunitárias lideradas e apoiadas pela organização.

“Este livro é uma celebração do Brasil sob a perspectiva da comunidade diplomática e internacional — um testemunho das conexões, histórias e experiências compartilhadas que nos unem”, afirmou o presidente do GCCM.

A obra "Abraçando o Brasil" marca um momento importante para o GCCM, destacando o poder da colaboração, da narrativa e do intercâmbio cultural.

quarta-feira, 1 de abril de 2026

Solenidade em Brasília homenageia vítimas do Genocídio de 1994 contra os Tutsis em Ruanda 🇷🇼

A Embaixada de Ruanda no Brasil promove, no próximo dia 7 de abril de 2026, uma programação especial em Brasília em homenagem às vítimas do Genocídio de 1994 contra os Tutsis em Ruanda. A iniciativa integra a 32ª edição do Kwibuka — termo que significa “lembrar” em quiniaruanda — e reforça a importância da memória, da união e da renovação diante de uma das maiores tragédias humanitárias do século XX.

A agenda contará com dois momentos solenes ao longo do dia. Pela manhã, às 9h, será realizada uma sessão solene no plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal, reunindo autoridades, representantes diplomáticos e membros da sociedade civil para reflexões sobre justiça, reconciliação e prevenção de genocídios.

Já no período da noite, às 20h30, a Catedral Metropolitana de Brasília será iluminada como símbolo de respeito e solidariedade às vítimas, em um gesto que integra ações globais de conscientização promovidas durante o Kwibuka.

A Embaixada de Ruanda destaca que o evento é aberto ao público mediante confirmação prévia de presença, que pode ser feita por formulário digital via QR code ou por e-mail institucional.

A cerimônia reforça o compromisso internacional com a preservação da memória histórica e a promoção da paz, destacando o papel do Brasil no diálogo e na cooperação com nações africanas em temas humanitários e de direitos humanos.

domingo, 22 de março de 2026

Noite de homenagem celebra mulheres empoderadoras em Samambaia

Evento promovido pela ACAPBTA reuniu lideranças e reforçou a importância de apoiar projetos sociais na comunidade

A noite deste sabado (21) de março ficará marcada na memória de muitas mulheres que foram homenageadas pela ACAPBTA. O jantar especial celebrou mãe e avós empoderadoras de Samambaia em um evento repleto de reconhecimento, emoção e valorização de histórias inspiradoras.

Realizado no espaço da Faculdade CCI, o encontro contou com a presença de autoridades, patronos e convidadas especiais, tornando a ocasião ainda mais significativa para a comunidade.

A mesa de autoridades foi composta pela pastora Léia, a cantora MC Jhenny, Tabanes, Vovó Blogueira, Capitão Davi, Adamaria e o ex-deputado Carlos Xavier. Durante suas falas, todos destacaram e enalteceram o trabalho da presidente da ONG, reconhecendo sua dedicação e o impacto social gerado pelo projeto.

Em seu discurso, a presidente Léia compartilhou os desafios enfrentados no início da trajetória da organização, ressaltando que nunca deixou de acreditar que seria possível transformar vidas por meio da solidariedade. Atualmente, a ONG desenvolve um trabalho essencial, ajudando centenas de mulheres e contribuindo para levar verduras e frutas à mesa de diversas famílias em regiões como Samambaia, Sol Nascente e outras localidades.

Apesar dos avanços, Léia também destacou uma dificuldade importante: a falta de um veículo para a instituição, o que limita a distribuição dos alimentos e o alcance das ações. O momento deixou no ar um apelo por apoio, evidenciando como um recurso como esse pode ampliar ainda mais o impacto do projeto.

Entre os destaques da noite estiveram a "cantora MC Jhenny e a influenciadora Vovó Blogueira, que também foram homenageadas por suas trajetórias e por inspirarem outras mulheres através de suas histórias".

O evento foi marcado por momentos de emoção, união e reconhecimento, reforçando a importância de iniciativas que valorizam o protagonismo feminino e promovem transformação social dentro das comunidades.


terça-feira, 17 de março de 2026

Longevidade: Oficinas de arte viram ponto de encontro para pessoas 60+ em Brasília

ARTEridade transforma o Espaço Cultural Mapati em ponto de encontro com teatro, expressão corporal e bordado

Em Brasília, pessoas com mais de 60 anos têm encontrado na arte um espaço de convivência, aprendizado e novas amizades. O projeto ARTEridade, realizado no Espaço Cultural Mapati, na 707 Norte, reúne oficinas de teatro, expressão corporal com circo e atividades manuais que vêm movimentando a rotina de participantes interessados em experimentar novas atividades culturais e ampliar seu círculo de relações.

Mais do que aulas artísticas, o projeto tem se consolidado como um verdadeiro ponto de encontro para o público 60+. Ao participar das atividades, os alunos compartilham experiências, descobrem novas habilidades e passam a integrar um ambiente de troca e convivência que valoriza a criatividade, a comunicação e o prazer de aprender em grupo.

Desenvolvido pelo Espaço Cultural Mapati, o ARTEridade propõe justamente esse ambiente de interação e participação cultural para pessoas na maturidade. As oficinas estimulam expressão artística, movimento, criatividade e diálogo entre os participantes, criando uma rede de convivência ativa que fortalece vínculos e incentiva a participação cultural.

Entre as atividades oferecidas está a expressão corporal com circo, conduzida por Tereza Padilha e Daiane Rocha, realizada às sextas-feiras, das 10h30 às 12h30. A atividade trabalha o movimento, consciência corporal e liberdade criativa, incentivando bem-estar, expressão e diversão por meio da linguagem corporal.

Outra atividade é a oficina de teatro, ministrada por Francisco Rocha, às terças-feiras, das 16h às 18h30. A prática estimula a comunicação, criatividade e interação entre os participantes, além de fortalecer a expressão individual e o trabalho coletivo por meio da linguagem teatral.

Segundo a gestora cultural Tereza Padilha, fundadora do Espaço Cultural Mapati, iniciativas culturais voltadas ao público 60+ têm um papel importante ao incentivar encontros e novas experiências. “Quando as pessoas se encontram para criar, conversar e aprender juntas, surgem vínculos, amizades e uma energia muito positiva que transforma o ambiente”, afirma.

Oficina de bordado

Dentro da programação do projeto, no dia 19 de março, o espaço cultural começa com uma oficina especial de bordado, ministrada pela professora Maria Fátima Rodrigues, da loja Brincando com Linhas, no Espaço Cultural Mapati.

A atividade utiliza o bordado como ferramenta de expressão artística e convivência, estimulando criatividade, troca de experiências e interação entre os participantes. As aulas terão caráter prático e colaborativo, abordando desde pontos básicos do bordado livre até a criação de composições com diferentes fios e texturas.

Segundo Maria Fátima Rodrigues, a proposta é que os participantes redescubram suas capacidades criativas por meio do trabalho manual. “Queremos que as pessoas fortaleçam os vínculos e compartilhem momentos de aprendizado por meio do fazer manual, em um ambiente de troca e convivência”, explica.

Além do aspecto artístico, o bordado também contribui para o estímulo cognitivo e motor. A prática exercita memória, concentração e coordenação motora fina, ajudando a manter a mobilidade das mãos e favorecendo a motricidade.

Serviço:

Projeto: ARTEridade

Período: março a dezembro de 2026

Local: Espaço Cultural Mapati

Endereço: SHCGN 707 Norte, Bloco K, Casa 05 – Asa Norte, Brasília (DF)

Classificação: acima de 60 anos

Programação

Contraturno

Segundas e quartas-feiras

Período vespertino

Teatro

Terças-feiras, das 16h às 18h30

Com Francisco Rocha

Bordado

Quintas-feiras, das 14h às 17h

Com Maria Fátima Rodrigues, da Brincando com Linhas

Expressão corporal com circo

Sextas-feiras, das 10h30 às 12h30

Com Tereza Padilha e Daiane Rocha

quarta-feira, 11 de março de 2026

Internacional: Fernanda Bolsonaro leva renda nordestina a posse do novo Presidente do Chile

 Peça da marca Martha Medeiros marcou a primeira aparição pública da ortodontista ao lado do senador Flávio Bolsonaro como candidato a Presidente do Brasil.

No último dia 11 de março, a Dra. Fernanda Bolsonaro fez sua primiera aparição pública, ao acompanhar o senador, e candidato à Presidência do Brasil, Flávio Bolsonaro na cerimônia de posse do novo Presidente do Chile, José Antonio Kast. Para a ocasião, ela optou por vestir uma criação da marca Martha Medeiros — um vestido verde em renda artesanal que já integrava seu guarda-roupa e que nunca havia sido usado.

A peça representa o trabalho manual de artesãs do Nordeste brasileiro e carrega a tradição da renda produzida por rendeiras do Sertão de Alagoas, Pernambuco e Paraíba. Atualmente, a direção criativa da marca está sob responsabilidade de Gabriela Medeiros, que conduz a continuidade do legado da estilista e a valorização do trabalho artesanal feminino.

A escolha reforça a presença da moda autoral brasileira em um contexto internacional e projeta, em um evento diplomático, o trabalho manual que sustenta uma cadeia produtiva composta majoritariamente por mulheres do interior do Nordeste.

“Foi uma honra acompanhar a posse do presidente do Chile. Mais do que um momento diplomático, foi também um momento simbólico para nós. Este foi o primeiro de muitos eventos de uma caminhada que está apenas começando. Tenho muito orgulho do meu marido, da coragem e da determinação com que ele se coloca para servir ao Brasil. Estarei ao lado dele em cada passo dessa trajetória, oferecendo suporte e força, e cumprindo meu papel como mulher, parceira e companheira”, afirmou Fernanda.

O vestido: tradição, técnica e identidade brasileira

A renda aplicada na peça segue processos artesanais que exigem semanas de produção. Cada módulo é desenvolvido individualmente pelas artesãs, que executam o desenho fio a fio antes da montagem final no ateliê.

Entre as características do vestido escolhido estão:

renda produzida manualmente no Nordeste;

trabalho artesanal com desenho elaborado ponto a ponto;

acabamento manual realizado no ateliê da marca;

integração entre tradição têxtil e modelagem contemporânea.

O resultado traduz um saber transmitido por gerações e preservado por comunidades de rendeiras que mantêm viva uma das expressões mais reconhecidas do artesanato brasileiro.

Rendeiras do Sertão e impacto social

Parte das rendas utilizadas nas criações da marca é produzida por grupos de artesãs organizadas em núcleos produtivos no interior de Alagoas, Pernambuco e Paraíba. Esses espaços funcionam como ambientes de formação e transmissão de conhecimento, onde mulheres aprendem o ofício e estruturam sua própria geração de renda.

Entre as atividades desenvolvidas nesses núcleos estão: 

formação de novas rendeiras;

preservação de técnicas tradicionais da renda nordestina;

organização coletiva da produção artesanal;

integração das peças à cadeia de moda autoral brasileira.

Esse modelo de produção contribui para preservar o patrimônio cultural da renda nordestina e ampliar oportunidades econômicas para mulheres do Sertão.